Dicas úteis para não ter o nome sujo no Serasa e SPC

Antes de se discutir sobre como evitar ter o nome sujo na Serasa Experian ou no SPC – em qualquer órgão de proteção ao crédito, para ser mais específico – seria interessante recapitular como uma pessoa acaba com o nome sujo. Quando um consumidor assume uma dívida, e deixa de pagá-la – seja qual for a circunstância, esta sempre tem a ver com algum acontecimento que afeta diretamente o orçamento do consumidor – seu nome vai constar de um banco de dados de devedores, administrado por algum dos órgãos de proteção ao crédito.

Popularmente, vale dizer que o consumidor está com o “nome sujo”.

Não é novidade que uma empresa, seja lojista ou seja empresa ligada ao crédito ou ao setor financeiro, tomem esta atitude diante de um cliente que deixou de cumprir com o pagamento de uma dívida.

Dependendo da transação, como em caso de cheques sem fundos, as empresas também tem o direito de acionar um cartório de protestos para acionar o consumidor judicialmente.

Contudo, antes de incluir o nome de um cliente no cadastro de inadimplentes, o consumidor deve receber uma carta comunicando o ocorrido. Aqui existe uma oportunidade de se evitar que o nome do consumidor vá para o cadastro de inadimplentes.

A comunicação oficial da Serasa, do SPC e do SCPC geralmente estipulam um prazo de 10 dias corridos – contados a partir do recebimento da correspondência – para que o consumidor entre em contato com a empresa credora e resolva a sua pendência financeira antes que seu nome fique sujo.

Caso o consumidor não consiga atender este prazo para pagar sua dívida, ou para renegociá-la, seu nome será negativado. Sendo assim, qualquer transação a crédito tende a ser negada, qualquer compra a prazo também, uma vez que o cliente passa a ser conhecido na praça como um cliente inadimplente.

Para evitar esta situação, o recomendável é prevenir qualquer comportamento que venha a gerar dívidas que comprometam significativamente o orçamento.

Economistas aconselham que o consumidor adote o hábito de anotar seu orçamento pessoal e seu orçamento doméstico, calculando quanto pode gastar a cada mês para o pagamento de suas dívidas – especialmente aquelas que porventura estejam em atraso.

Este tipo de acompanhamento pode ser feito em planilhas impressas ou eletrônicas, assinalando-se itens como alimentação, farmácia, educação, higiene, lazer, supérfluos, etc.. Esses itens correspondem as necessidades básicas, necessidades temporárias, necessidades que podem ser adiadas por não representarem uma necessidade urgente.

Partindo deste hábito, o consumidor tem uma clareza maior sobre onde pode cortar gastos para chegar a um equilíbrio da sua situação financeira

1 Resposta

  1. Marcelo 3 de junho de 2015

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